Arquivo da categoria: Mídia

Dilma es inquebrantable, con ella no podrán

por  Ilka Oliva Corado,  no blog da Telesur

Debimos haberla matado, se habrán repetido cientos de veces sus torturadores cuando la vieron convertirse en la primera mujer presidenta de Brasil.  O hubieran querido que también como a Evita, el cáncer la desapareciera (momentáneamente, porque es inmortal) del escenario político. Hay un antes y un después de Dilma en Brasil y en América Latina.  Una mujer presidente venciendo al patriarcado. A la inequidad de género. Una mujer que desde el gobierno ha creado políticas de inclusión de género. Políticas sociales que han beneficiado a millones de parias que la oligarquía solo puede ver como peones y a los que ha explotado durante siglos y quiere seguir explotando.

dilma com flor

La vida de las mujeres  siempre ha sido cuesta arriba, seguimos luchando contra el peor de los enemigos: el patriarcado, de donde se deriva la misoginia y el machismo que tanto daño nos hace como sociedad y género.  Mucho más difícil aún es para las mujeres que se atreven a desafiar los límites y las normas impuestas y participan activamente en política. Ser mujer, tener arrestos y la dignidad y  la capacidad de dirigir una nación se paga caro en América Latina, si lo sabrán Cristina y Dilma.

Ambas mancilladas. Muchos de los análisis post golpe a Dilma, escritos por intelectuales y analistas políticos internacionales  la condenan y la culpan por ser mujer.

Análisis hechos desde el patriarcado, subjetivos, con un alto nivel de misoginia y estereotipos. Con todo tipo de insultos, menosprecio y falacias.

A Dilma este golpe fraudulento se le ha dado desde la traición, el odio, el celo, desde el sentimiento de inferioridad por esa razón ha sido con saña. Un ataque contra el progresismo y la democracia que se gestó desde que Lula llegó a la presidencia y que aumentó la dosis de odio cuando fue Dilma la que tomó la batuta: demasiadas mujeres en el gobierno, demasiados afro descendientes, algo que no soportó el clasismo y la oligarquía y mucho menos el patriarcado.

Demasiados beneficios para los más golpeados del sistema, olvidados y  explotados.  Demasiada plusvalía para los parias, demasiada vida para las favelas.  Demasiada visibilidad para las mujeres y demasiados derechos para la comunidad LGBTI.  Desde ningún punto de las ideologías, del clasismo, de la opresión, de la visión neoliberal o de la democracia se puede negar el avance que ha tenido Brasil con Dilma como presidenta.

Continue lendo


PRESIDENTA, FALE CONOSCO

Por Leila Jinkings

“Ainda vivemos o festival de besteiras que foi cultivado pela ditadura de várias formas:
1- Reprimindo e assassinando as melhores cabeças da sociedade;
2- Censurando e desincentivando a cultura;
3- Criando um mecanismo de controle das mentes via televisão, por meio de uma rede monstruosa, que cobre quase 100% da população;
4- Destruindo as bibliotecas públicas;
5- A edição de livros só agora, nas últimas décadas, voltou a fazer parte da vida dos brasileiros, mesmo assim com preços elitistas, sem o incentivo necessário;
6- Educação pública desmantelada, para favorecer a Educação como comércio .

E por aí vai. Stanislaw Ponte preta jamais poderia imaginar que o festival de besteiras iria assolar o país de forma tão intensa. Ele não iria suportar ver tanta burrice.”

Eu deixei o comentário acima em uma postagem de Sidnei Pires dirigida aos “revoltadinhos” no facebook.

Algo me assombra e desde o segundo turno vem me deixando intrigada: Porque será que a Presidenta não usa a prerrogativa constitucional que tem de falar em rede de rádio e televisão? Incompreensível! É a única forma de falar diretamente ao povo, sem a intermediação nefasta da mídia. manipulacao-massificacao

A televisão é um bem público. É patrimônio inalienável da sociedade e funciona em regime de concessões, que deveriam ser analisadas e renovadas de forma séria, com o controle da sociedade. Mas no Brasil, foi construída uma rede inteira de radiodifusão financiada pelo regime ditatorial implantado em 1964.

A falta da regulação, ditada pela nossa Constituição Cidadã, já derrubou presidentes a satisfazer seus interesses comerciais que resvala, claro, no político. Derrubou João Goulart, quando ele quis atender as Reformas de Base até hoje difíceis de implantar, face aos negócios inescrupulosos que envolvem a mídia e o poder econômico. Goulart mandara um decreto democratizando a comunicação e os concessionários criaram a Abert para derrubá-lo ponto a ponto, em conluio com os parlamentares corruptos e conservadores. Os mesmos que hoje, criminosamente, ferem a Constituição ao terem o controle de rádios e de canais de TV.

Para quem não sabe, a Constituição Cidadã de 1988 fala de forma clara sobre a Comunicação. O poder, que inclui até juízes do supremo, finge ignorar que: as concessões são um bem público e que devem ter a participação da sociedade na sua regulação; que a Constituição proíbe que parlamentares sejam donos ou sócios de qualquer concessão ou seja rádio e Televisão; que é proibida a Propriedade Cruzada e deveria ser limitado o número de repetidoras de uma mesma rede.

Cadeia da produção cultural

A ignorância sobre o assunto é tanta, que muita gente que seria beneficiada com a Democratização vai no canto da sereia, compra todo o discurso que a mídia enfia na nas cabeças e mentes pelo Brasil a fora. Um exemplo claro é o que envolve a questão da propriedade cruzada, quando se proíbe que um grupo seja dono de vários tipos de mídia. É a chamada indústria cultural: se a TV é dona da gravadora, da produtora, do estúdio, da distribuidora, do rádio e da TV, só faz sucesso o que eles permitem seja no Cinema, na Música, no Teatro e onde mais houver interesse. Inibem toda uma cadeia de produção e realização. Um dos muitos textos que foram publicados sobre o assunto é o de João Brant, “Porque limitar a Propriedade Cruzada”, no Observatório de Imprensa.

Os realizadores de Cinema Independente sabem muito bem do que estamos falando. A aprovação da “Lei Jandira Feghali” ou “Lei do Conteúdo”, que regulamenta o artigo 221 da Constituição e estabelece a obrigatoriedade de veiculação de programação regional e independente nas emissoras de TV, é um marco, uma conquista. Trata de produção, difusão e comercialização do audiovisual no Brasil.

Encerro, sugerindo leituras. Há dois livrinhos básicos, bem fininhos, mas de conteúdo cristalino e que poderá ajudar aos interessados entender com mais profundidade e , quem sabe, caminhar para outras leituras mais complexas. O 1º é de um paraibano, o respeitadíssimo professor Bolaño, editado pela Paulus: “Qual a Lógica das Políticas de Comunicação no Brasil?”; o 2º é do Le Monde diplomatique, editado pelo Instituto Paulo Freire: “Caminhos para uma Comunicação Democrática”

Presidenta, por favor, use a Rede de Televisão e Rádio. Fale Conosco, Presidenta.   #faleconoscoPresidenta


Na Revista Rolling Stone, em 2007:
“Donos de TVs e rádios, parlamentares desrespeitam a constituição
Pelo menos 80 parlamentares são donos de concessões públicas de rádio e TV, contrariando a Constituição. Como?” http://rollingstone.uol.com.br/edicao/7/donos-de-tvs-e-radios-parlamentares-desrespeitam-a-constituicao#imagem0

Do Prof Venício Lima:
– Os interesses explicitados http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/os-interesses-explicitados
– Propriedade cruzada: Grande mídia perde mais uma na Justiça
(http://www.cartamaior.com.br/?/Coluna/Propriedade-cruzada-Grande-midia-perde-mais-uma-na-Justica/26802)
– Porque limitar a propriedade cruzada. (http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/por_que_limitar_a_propriedade_cruzada)

Mais sobre propriedade cruzada:
– Lobby das gravadoras e propriedade cruzada (http://www.overmundo.com.br/overblog/lobby-das-gravadoras-e-propriedade-cruzada)
– Por que limitar a propriedade cruzada, João Brant. (http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/por_que_limitar_a_propriedade_cruzada)

Ver TV:  – programa que discute a televisão com diversos segmentos da sociedade. Imprescindível. Passa na TV Brasil, mas voce pode assistir no site aqui http://tvbrasil.ebc.com.br/vertv

Textos sobre Concessão:
– Donos da Mídia: http://www.donosdamidia.com.br/
– Os Donos da Mídia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Donos_da_M%C3%ADdia
– ENTREVISTA / DANIEL HERZ – Quem são os donos da mídia no Brasil – http://www.observatoriodaimprensa.com.br/cadernos/cid240420021.htm
– FENAJ: “Donos da Mídia”: uma ferramenta poderosa para democratizar a comunicação http://www.fenaj.org.br/materia.php?id=2323
– INTERVOZES: RENOVAÇÃO AUTOMÁTICA: Legislação precária e burocracia transformam concessões em capitanias hereditárias. http://www.intervozes.org.br/arquivos/interrev001crtodnc
– ALARCON, Anderson de Oliveira. A televisão e o instituto da concessão pública. Jus Navigandi, Teresina, ano 10, n. 891, 11 dez. 2005. http://jus.com.br/artigos/7654/a-televisao-e-o-instituto-da-concessao-publica#ixzz3Kw1RRP7M


A mídia promove desastres ao tomar o lugar de oposição.

Hoje, 24 de agosto de 2014, faz 60 anos do tiro no peito que Getúlio Vargas foi levado a dar quando a pressão tornou-se insutentável.

Hoje, o ódio e a perseguição da mídia são dirigidos ao PT, aos movimentos sociais e à Presidenta Dilma. As mentiras, os ataques, as distorções e omissões são iguais, agravadas ainda pela multiplicação do poder dos meios. Não fosse a rede social e os blogs, ninguém saberia dos fatos reais e as mentiras passariam para a história como se verdade fossem.

A nossa – ainda bebê – democracia se apoia na Constituição Cidadã de 1988 que instituiu direitos importantes, muitos ainda por serem respeitados. Ainda se burla coisas gravíssimas como uma das maiores afrontas à Constituição: a propriedade cruzada dos meios, que permite a uma mesma organização ser dona de várias modalidades de mídia. Outra afronta não menos importante é parlamentares poderem ser donos de mídia, essa imoralidade que permite que legislem em causa própria.

O jornalista Janio de Freitas viveu o ódio e a perseguição da mídia à Getúlio e fez a cobertura da tragédia do suicídio. O artigo de hoje, publicado na Folha de São Paulo, é uma competente análise dessa história, que descamba com a permissividade submissa do poder conservador com – sempre – os Estados Unidos. 

Leia sem falta:

Um dia, um país, por Janio de Freitas

No dia 23, o Brasil estava endoidecido de ódio a Getúlio. No dia 24, enlouquecido de saudade

Era um agosto assim, quase todo de dias luminosos, porém mais quentes no Rio. Exausto, mal começava a dormir no início da manhã, quando ouvi a clarinada de um “Repórter Esso” fora de hora. Foi só o tempo de tatear o botão do rádio para ouvir a frase dura e aguda como um punhal: “O presidente Getúlio Vargas cometeu suicídio com um tiro no peito”. Em minutos, era o telefonema de Pompeu de Souza: “Vai para a Redação o mais rápido possível”. Começava o dia mais inesperadamente espantoso de que me lembre: 24, claro que de agosto.24ago1954

Do final da véspera à alta madrugada, Armando Nogueira e eu andáramos, ida e volta, ida e volta, na calçada paralela à fachada do Palácio do Catete, do outro lado da rua alargada naquele trecho. Foi a maneira de observarmos os ocupantes de carros que entravam e saíam do palácio, valendo-nos de que a Polícia do Exército proibira a parada de curiosos, mas permitia a passagem na faixa isolada.

Esse andar incessante se confundia com meus primeiros passos no jornalismo, há pouco registrado como jornalista profissional no “Diário Carioca” e sem pensar em sê-lo de fato. O futuro imaginado ainda combinava asas e motores –para sempre inesquecidos. Já era quase dia quando vimos que o portão do palácio ficou meio aberto, e arriscamos uma arrancada para entrar. Deu certo. Só na sala de estar bem interior vimos, afinal, uma pessoa. Sentado em uma das poltronas avermelhadas, uma perna sobre o braço da poltrona, a testa apoiada em alguns dedos e voltada para o chão. Sozinho.24ago1954-getulio

Ministro da Justiça, o mais moço do ministério, Tancredo Neves nos mostrava muito mais do que nos dizia: a situação continuava muito difícil, a reunião do presidente com os generais não foi conclusiva (eles propunham a licença de Getúlio, que a recusava na certeza de que não o deixariam reassumir), hoje será um dia de muita tensão. Deixamos Tancredo, cansado e triste, um dos poucos a não desertar da lealdade ao presidente.

Minha primeira tarefa, cedo ainda, foi ver o que se passava na Base Aérea do Galeão. Tornara-se a República do Galeão, assim chamada a exacerbação de poder militar adotada por coronéis e majores da FAB, na represália ao atentado a Carlos Lacerda em que morreu um major dos que lhe davam proteção. Desde 6 de agosto, dia seguinte ao atentado, o país passou a viver em torno da exaltação concentrada na República do Galeão, e em crescendo permanente sob a agitação furiosa feita por Lacerda.

Logo acusado do crime por Lacerda, Getúlio ficou indefeso, objeto de um ódio coletivo que se propagava sem limites: monolíticos, a imprensa, a incipiente TV e o rádio, mais do que se aliarem à irracionalidade, foram seus porta-vozes sem considerar as previsíveis consequências para o Estado de Direito. Só a “Última Hora” diferenciava-se, com a desmoralizada voz de causadora inicial da crise, por seu recente e grandioso nascimento sob patrocínio do governo e com dinheiro do Banco do Brasil.

Na caça vingativa à guarda pessoal de Getúlio, dada como autora do atentado, a República do Galeão ensandeceu o país. O getulismo, quase uma religião, evaporou. Os políticos governistas emudeceram ou sumiram. Até os sindicatos do trabalhismo voltaram-se contra o seu criador. Getúlio não tinha saída. Os majores e coronéis que vi chegarem ao Galeão, já sob enorme guarda, ornavam a sua arrogância com os ares de vitória proporcionados pelo suicídio.

Continue lendo


Qual é a sua fonte de informação?

Trecho do texto de Jorge Furtado, que realizou recentemente “Mercado da Notícia”, com vasta produção audiovisual, entre elas o Ilha das Flores.

Ele faz uma reflexão importante sobre a falta de informação da maioria das pessoas, incluindo artistas que dão declarações a torto e a direito.

Ainda há Jornalistas no Brasil,

por Jorge Furtado, em 15 de maio de 2014.

 

Fico triste ao ver artistas brasileiros, meus colegas, tão mal informados.

Imagino que, com suas agendas cheias, não tenham muito tempo para procurar diferentes fontes para a mesma informação, tempo para ouvir e ler outras versões dos acontecimentos, isso antes de falar sobre eles em entrevistas, amplificando equívocos com leituras rasas e impressionistas das manchetes de telejornais e revistas ou, pior, reproduzindo comentários de colunistas que escrevem suas manchetes em caixa alta, seguidas de ponto de exclamação.

jorgefurtadoFico triste ao ler artistas dizendo que não dá mais para viver no Brasil, como se as coisas estivessem piorando, e muito, para a maioria. Dizer que não dá mais para viver no Brasil logo agora, agora que milhões de pessoas conquistaram alguns direitos mínimos, emprego, casa própria, luz elétrica, acesso às universidades e até, muitas vezes, a um prato de comida, não fica bem na boca de um artista, menos ainda de um artista popular, artista que este mesmo povo ama e admira. Em que as coisas estão piorando? E piorando para quem? Quem disse? Qual a fonte da sua informação?

Fico triste ao ouvir artistas que parecem sentir orgulho em dizer que odeiam política, que julgam as mudanças que aconteceram no Brasil nos últimos 12 anos insignificantes, ou ainda, ruins, acham que o país mudou sim, mas foi para pior. Artistas dizendo que pioramos tanto que não há mais jeito da coisa “voltar ao ‘normal ‘”, como se normal talvez fosse ter os pobres desempregados ou abrindo portas pelo salário mínimo de 60 dólares, pobres longe dos aeroportos, das lojas de automóvel e das universidades, se ”normal” fosse a casa grande e a senzala, ou a ditadura militar. Quando o Brasil foi normal? Quando o Brasil foi melhor? E melhor para quem?

A mim, não enrolam. Desde que eu nasci (1959) o Brasil não foi melhor do que é que hoje. Há quem fale muito bem dos anos 50, antes da inflação explodir com a construção de Brasília, antes que o golpe civil-militar, adiado em 1954 pelo revólver de Getúlio, se desse em 1964 e nos mergulhasse na mais longa ditadura militar das américas. Pode ser, mas nos anos 50 a população era muito menor, muito mais rural e a pobreza era extrema em muitos lugares. Vivia-se bem na zona sul carioca e nos jardins paulistas, gaúchos e mineiros. No sertão, nas favelas, nos cortiços, vivia-se muito mal.

A desigualdade social brasileira continua um escândalo, a violência é um terror diário, 50 mil mortos a tiros por ano, somos campeões mundiais de assassinatos, sendo a maioria de meninos negros das periferias, nossos hospitais e escolas públicos são para lá de carentes, o Brasil nos dá motivos diários de vergonha e tristeza, quem não sabe? Mas, estamos piorando? Tem certeza? Quem lhe disse? Qual sua fonte? E piorando para quem?

blog Casa de Cinema


ARTIGO: Desculpe-me, mas você é um inocente útil

Diferente do “Batman”, Joaquim Barbosa, que mora em apartamento funcional e comprou de forma imoral uma residência de um milhão de reais em Miami (http://migre.me/gFTLQ), Genoíno mora na mesma casa e na mesma rua, nunca morou em condomínio fechado ou algo que o valha, nem deu sinais de riqueza.

viaARTIGO: Desculpe-me, mas você é um inocente útil.

viaARTIGO: Desculpe-me, mas você é um inocente útil.


Lua Nova do Penar – trailer

Lua Nova do Penar (Grieving New Moon) – trailer
versão com audiodescrição

Documentário de Leila Jinkings e Sidnei Pires

Hiram Pereira, jornalista, ator e poeta, desaparecido na ditadura no Brasil. As filhas se encontram para falar sobre o pai através da música, elemento unificador no cotidiano da família.
participação em festivais: “Melhor documentário” no IIDFF (Grécia), seleção oficial no MWIFF (Índia) e no DSIFF (Índia) , todos em outubro de 2013.
Recife – 2013 – color 27′
Audiodescrição feita pela Central Dubrasil; voz Hermes Barolli

Grieving New Moon, color, 27′
Hiram Pereira, journalist, actor and poet, who disappeared during the dictatorship in Brazil. The daughters meet to talk about his father through music, unifying element of the family routine.
participation in festivals: “Best Documentary” at IIDFF (Greece), official selection MWIFF (India) and DSIFF (India), all in October 2013.

Luna Nueva del Dolor, color, 27′
Hiram Pereira, periodista, actor y poeta, que desapareció durante la dictadura en Brasil. Las hijas se reúnen para hablar de su padre a través de la música, elemento unificador de la rutina familiar.
participación en festivales: “Mejor Documental” en IIDFF (Grecia), la selección oficial en MWIFF (India) y DSIFF (India), todos ellos en octubre de 2013.


U.S. Military and Intelligence Officials to Obama: “Assad NOT Responsible for Chemical Attack”

Forças Armadas dos EUA e funcionários da inteligência de Obama: “Assad não é responsável por ataque químico”

“O diretor da CIA John Brennan está cometendo o mesmo modelo de fraude como o de antes da guerra do Iraque para os membros do Congresso, a mídia, o público – e talvez até você.

 

“CIA Director John Brennan is perpetrating a pre-Iraq-War-type fraud on members of Congress, the media, the public – and perhaps even you

Despite the Obama administration’s supposedly “high confidence” regarding Syrian government guilt over the Aug. 21 chemical attack near Damascus, a dozen former U.S. military and intelligence officials are telling President Obama that they are picking up information that undercuts the Official Story.

 

 

 

MEMORANDUM FOR: The President

 

FROM: Veteran Intelligence Professionals for Sanity (VIPS)

 

SUBJECT: Is Syria a Trap?

 

Precedence: IMMEDIATE

 

We regret to inform you that some of our former co-workers are telling us, categorically, that contrary to the claims of your administration, the most reliable intelligence shows that Bashar al-Assad was NOT responsible for the chemical incident that killed and injured Syrian civilians on August 21, and that British intelligence officials also know this. In writing this brief report, we choose to assume that you have not been fully informed because your advisers decided to afford you the opportunity for what is commonly known as “plausible denial.”

 

We have been down this road before – with President George W. Bush, to whom we addressed our first VIPS memorandumimmediately after Colin Powell’s Feb. 5, 2003 U.N. speech, in which he peddled fraudulent “intelligence” to support attacking Iraq. Then, also, we chose to give President Bush the benefit of the doubt, thinking he was being misled – or, at the least, very poorly advised.

 

 

Secretary of State John Kerry departs for a Sept. 6 trip to Europe where he plans to meet with officials to discuss the Syrian crisis and other issues. (State Department photo)

 

The fraudulent nature of Powell’s speech was a no-brainer. And so, that very afternoon we strongly urged your predecessor to “widen the discussion beyond …  the circle of those advisers clearly bent on a war for which we see no compelling reason and from which we believe the unintended consequences are likely to be catastrophic.” We offer you the same advice today.

 

Our sources confirm that a chemical incident of some sort did cause fatalities and injuries on August 21 in a suburb of Damascus. They insist, however, that the incident was not the result of an attack by the Syrian Army using military-grade chemical weapons from its arsenal. That is the most salient fact, according to CIA officers working on the Syria issue. They tell us that CIA Director John Brennan is perpetrating a pre-Iraq-War-type fraud on members of Congress, the media, the public – and perhaps even you.

 

We have observed John Brennan closely over recent years and, sadly, we find what our former colleagues are now telling us easy to believe. Sadder still, this goes in spades for those of us who have worked with him personally; we give him zero credence. And that goes, as well, for his titular boss, Director of National Intelligence James Clapper, who has admitted he gave “clearly erroneous” sworn testimony to Congress denying NSA eavesdropping on Americans.

 

Intelligence Summary or Political Ploy?

 

That Secretary of State John Kerry would invoke Clapper’s name this week in Congressional testimony, in an apparent attempt to enhance the credibility of the four-page “Government Assessment” strikes us as odd. The more so, since it was, for some unexplained reason, not Clapper but the White House that released the “assessment.”

 

This is not a fine point. We know how these things are done. Although the “Government Assessment” is being sold to the media as an “intelligence summary,” it is a political, not an intelligence document. The drafters, massagers, and fixers avoided presenting essential detail. Moreover, they conceded upfront that, though they pinned “high confidence” on the assessment, it still fell “short of confirmation.”

 

Déjà Fraud: This brings a flashback to the famous Downing Street Minutes of July 23, 2002, on Iraq, The minutes record the Richard Dearlove, then head of British intelligence, reporting to Prime Minister Tony Blair and other senior officials that President Bush had decided to remove Saddam Hussein through military action that would be “justified by the conjunction of terrorism and WMD.” Dearlove had gotten the word from then-CIA Director George Tenet whom he visited at CIA headquarters on July 20.

 

The discussion that followed centered on the ephemeral nature of the evidence, prompting Dearlove to explain: “But the intelligence and facts were being fixed around the policy.” We are concerned that this is precisely what has happened with the “intelligence” on Syria.

 

The Intelligence

 

There is a growing body of evidence from numerous sources in the Middle East — mostly affiliated with the Syrian opposition and its supporters — providing a strong circumstantial case that the August 21 chemical incident was a pre-planned provocation by the Syrian opposition and its Saudi and Turkish supporters. The aim is reported to have been to create the kind of incident that would bring the United States into the war.

 

According to some reports, canisters containing chemical agent were brought into a suburb of Damascus, where they were then opened. Some people in the immediate vicinity died; others were injured.

 

We are unaware of any reliable evidence that a Syrian military rocket capable of carrying a chemical agent was fired into the area. In fact, we are aware of no reliable physical evidence to support the claim that this was a result of a strike by a Syrian military unit with expertise in chemical weapons.

 

In addition, we have learned that on August 13-14, 2013, Western-sponsored opposition forces in Turkey started advance preparations for a major, irregular military surge. Initial meetings between senior opposition military commanders and Qatari, Turkish and U.S. intelligence officials took place at the converted Turkish military garrison in Antakya, Hatay Province, now used as the command center and headquarters of the Free Syrian Army (FSA) and their foreign sponsors.

 

Senior opposition commanders who came from Istanbul pre-briefed the regional commanders on an imminent escalation in the fighting due to “a war-changing development,” which, in turn, would lead to a U.S.-led bombing of Syria.

 

At operations coordinating meetings at Antakya, attended by senior Turkish, Qatari and U.S. intelligence officials as well as senior commanders of the Syrian opposition, the Syrians were told that the bombing would start in a few days. Opposition leaders were ordered to prepare their forces quickly to exploit the U.S. bombing, march into Damascus, and remove the Bashar al-Assad government

 

The Qatari and Turkish intelligence officials assured the Syrian regional commanders that they would be provided with plenty of weapons for the coming offensive. And they were. A weapons distribution operation unprecedented in scope began in all opposition camps on August 21-23. The weapons were distributed from storehouses controlled by Qatari and Turkish intelligence under the tight supervision of U.S. intelligence officers.

 

Cui bono?

 

That the various groups trying to overthrow Syrian President Bashar al-Assad have ample incentive to get the U.S. more deeply involved in support of that effort is clear. Until now, it has not been quite as clear that the Netanyahu government in Israel has equally powerful incentive to get Washington more deeply engaged in yet another war in the area. But with outspoken urging coming from Israel and those Americans who lobby for Israeli interests, this priority Israeli objective is becoming crystal clear.

 

Reporter Judi Rudoren, writing from Jerusalem in an important article in Friday’s New York Times addresses Israeli motivation in an uncommonly candid way. Her article, titled “Israel Backs Limited Strike Against Syria,” notes that the Israelis have argued, quietly, that the best outcome for Syria’s two-and-a-half-year-old civil war, at least for the moment, is no outcome. Rudoren continues:

 

“For Jerusalem, the status quo, horrific as it may be from a humanitarian perspective, seems preferable to either a victory by Mr. Assad’s government and his Iranian backers or a strengthening of rebel groups, increasingly dominated by Sunni jihadis.

 

“‘This is a playoff situation in which you need both teams to lose, but at least you don’t want one to win — we’ll settle for a tie,’ said Alon Pinkas, a former Israeli consul general in New York. ‘Let them both bleed, hemorrhage to death: that’s the strategic thinking here. As long as this lingers, there’s no real threat from Syria.’”

 

We think this is the way Israel’s current leaders look at the situation in Syria, and that deeper U.S. involvement – albeit, initially, by “limited” military strikes – is likely to ensure that there is no early resolution of the conflict in Syria. The longer Sunni and Shia are at each other’s throats in Syria and in the wider region, the safer Israel calculates that it is.

 

That Syria’s main ally is Iran, with whom it has a mutual defense treaty, also plays a role in Israeli calculations. Iran’s leaders are not likely to be able to have much military impact in Syria, and Israel can highlight that as an embarrassment for Tehran.

 

Iran’s Role

 

Iran can readily be blamed by association and charged with all manner of provocation, real and imagined. Some have seen Israel’s hand in the provenance of the most damaging charges against Assad regarding chemical weapons and our experience suggests to us that such is supremely possible.

 

Possible also is a false-flag attack by an interested party resulting in the sinking or damaging, say, of one of the five U.S. destroyers now on patrol just west of Syria. Our mainstream media could be counted on to milk that for all it’s worth, and you would find yourself under still more pressure to widen U.S. military involvement in Syria – and perhaps beyond, against Iran.

 

Iran has joined those who blame the Syrian rebels for the August 21 chemical incident, and has been quick to warn the U.S. not to get more deeply involved. According to the Iranian English-channel Press TV, Iranian Foreign Minister Mohammad Javid Zarif has claimed: “The Syria crisis is a trap set by Zionist pressure groups for [the United States].”

 

Actually, he may be not far off the mark. But we think your advisers may be chary of entertaining this notion. Thus, we see as our continuing responsibility to try to get word to you so as to ensure that you and other decision makers are given the full picture.

 

Inevitable Retaliation

 

We hope your advisers have warned you that retaliation for attacks on Syrian are not a matter of IF, but rather WHERE and WHEN. Retaliation is inevitable. For example, terrorist strikes on U.S. embassies and other installations are likely to make what happened to the U.S. “Mission” in Benghazi on Sept. 11, 2012, look like a minor dust-up by comparison. One of us addressed this key consideration directly a week ago in an article titled “Possible Consequences of a U.S. Military Attack on Syria – Remembering the U.S. Marine Barracks Destruction in Beirut, 1983.”

 

For the Steering Group, Veteran Intelligence Professionals for Sanity

 

Thomas Drake, Senior Executive, NSA (former)

 

Philip Giraldi, CIA, Operations Officer (ret.)

 

Matthew Hoh, former Capt., USMC, Iraq & Foreign Service Officer, Afghanistan

 

Larry Johnson, CIA & State Department (ret.)

 

W. Patrick Lang, Senior Executive and Defense Intelligence Officer, DIA (ret.)

 

David MacMichael, National Intelligence Council (ret.)

 

Ray McGovern, former US Army infantry/intelligence officer & CIA analyst (ret.)

 

Elizabeth Murray, Deputy National Intelligence Officer for Middle East (ret.)

 

Todd Pierce, US Army Judge Advocate General (ret.)

 

Sam Provance, former Sgt., US Army, Iraq

 

Coleen Rowley, Division Council & Special Agent, FBI (ret.)

Ann Wright, Col., US Army (ret); Foreign Service Officer (ret

 

U.S. Military and Intelligence Officials to Obama: “Assad NOT Responsible for Chemical Attack”.


Documental: El diario sirio

Documental: El diario sirio.

“Mi equipo ha hecho cientos de reportajes sobre Siria. En esta película queríamos distanciarnos de las ‘noticias’. Queríamos expresar nuestras emociones y sentimientos hacia las personas que hemos conocido; cosas que no se ven habitualmente en las noticias.”
-Anastasia Popova sobre el documental.

Este documental exclusivo de la cadena de TV rusa, Rossiya 24, es imprescindible ya que nos ofrece una muy buena perspectiva de los eventos que han estado sucediendo en Siria desde 2011.
Muestra como tanto el ejercito sirio, como el pueblo sirio, están defendiendo su país de los inimaginables crímenes cometidos por terroristas extremistas, que reciben masivo apoyo mediático, militar, económico e informativo internacional.
Una situación en la que nadie jamás querría estar.

Los periodistas de Rossiya 24 han pasado siete meses en Siria, y han presenciado como este prospero y pacifico país ha sido volado en pedazos.
¿Volverá la vida en Siria a ser normal alguna vez? Examinamos la situación en Siria a través de los ojos de aquellos que han vivido estos dramáticos eventos en primera persona.
Muestra a las personas contando su historia, especialmente a los militares, usando como hilo de la narración la actividad, el secuestro y asesinato final de uno de ellos.

Esta película es un trabajo de los periodistas de Rossiya 24:
Corresponsal: Anastasia Popova
Cameraman: Mikhail Vitkin
Director: Yevgeny Lebedev

“El diario sirio” es un relato de sus experiencias personales y representa su punto de vista sobre la situación en Siria.

“Mi equipo ha hecho cientos de reportajes sobre Siria. En esta película queríamos distanciarnos de las ‘noticias’. Queríamos expresar nuestras emociones y sentimientos hacia las personas que hemos conocido; cosas que no se ven habitualmente en las noticias.”
-Anastasia Popova sobre el documental.

viaDocumental: El diario sirio.


Literatura e crítica

Um espaço para a construção de pensamentos literários

Palavra de Preta

Um espaço de reflexões, confissões e provocações de uma Mulher Preta

Cia. Esquadrão da Vida

Just another WordPress.com weblog

eladiofernandez

Luz sobre sombras. Café cultural.

Tipo assim... folhetim

andré costa nunes - PERMITIDA REPRODUÇÃO, DESDE QUE INFORMADA A FONTE

Críticas de filmes

Por Waldemar Dalenogare Neto

panoramalivre

Panaroma nacional e mundial sem engenharia social

Alberto Buitre Blog

Medio millón de lectores alrededor del mundo

Luíz Müller Blog

Espaço de divulgação de textos e ações que defendem trabalho decente no Rio Grande e no Brasil

verouvindo.com/

VerOuvindo

Haddad Tranquilão

Pensamentos e comentários do cotidiano de um político tranquilo.

folhas|políticas

"A primeira condição para transformar a realidade é conhecê-la". Eduardo Galeano

Arte e Luz

Blog voltado a assuntos relacionados à fotografia.

Loco por ti (reboot)

Política, tecnologias, cultura

BLOG DO MACK

Jornalismo com seriedade

%d blogueiros gostam disto: