Programa do PCdoB diz não ao golpe e denuncia plano Temer-Cunha

PCdoB DF

Chamada programa PCdoB

A propaganda do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) que vai ao ar nesta quinta-feira (28), em rede nacional de rádio e televisão, denuncia o que está por trás da farsa do impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff e destaca que o golpe põe fim a uma das maiores conquistas dos brasileiros nos últimos tempos: a democracia.

Em pouco menos de 10 minutos, o PCdoB descreve os motivos que levaram os comunistas a se levantarem contra o golpe e fazerem a defesa do governo da presidenta Dilma Rousseff, eleita pelo voto popular, projeto escolhido pela maioria dos brasileiros nas urnas e ressalta que não há provas que a presidenta Dilma tenha cometido qualquer crime.

A propaganda traça ainda cronologia do golpe, montada logo após a derrota dos tucanos nas eleições de outubro de 2014.

“Este processo de impeachment foi forjado pela oposição, derrotada nas urnas, em conluio com o vice-presidente Michel…

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Quatro sombras afligem a realidade brasileira

Artigo do frei Leonardo Boff tenta explicar a origem do ódio que aflige os setores atrasados da nossa sociedade.

Leonardo Boff

 Em momentos de crise, assomam quatro sombras que estigmatizam nossa história cujos efeitos perduram até hoje.

A primeira sombra é nosso passado colonial. Todo processo colonialista é violento. Implica invadir terras, submeter os povos, obriga-los a falar a língua do invasor, assumir as formas políticas do outro e submeter-se totalmente a ele. A consequência no inconsciente coletivo do povo dominado: sempre baixar a cabeça e levado a pensar que somente o que é estrangeiro é bom.

A segunda sombra foi o genocídio indígena. Eram mais de 4 milhões. Os massacres de Mem de Sá em 31 de maio de 1580 que liquidou com os Tupiniquim da Capitania de Ilhéus e pior ainda, a guerra declarada oficialmente por D.João VI em 13 de maio de 1808 que dizimou os Botocudos (Krenak) no vale do Rio Doce manchará para sempre a memória nacional. Consequência: temos dificuldade de conviver com…

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Não Perde Este Filme!

O Jornalismo Não Vai Acabar Nunca
Leila Jinkings

Em tempos de antijornalismo descarado, está em cartaz, no Recife, o filme ganhador do Oscar: “SPOTLIGHT – segredos Revelados”. Uma história incrível, real, contemporânea e – pasme! – contém investigação jornalística de verdade.

Saí do filme entusiasmada. É bom demais conhecer como se deu esta investigação histórica, que denunciou o perverso sistema dominado pela igreja, que acoberta pedófilos violentadores de crianças.

Direção e roteiro perfeitos. A narrativa é sutil e precisa. Com muito suspense. Deixa a gente sem fôlego até a última cena. Os atores estão ótimos. Enfim, Não Perde Este Filme!

spotlight1

Assista o trailer:

Resenha oficial: “Estrelando Michael Keaton, Mark Ruffalo, Rachel McAdams, Liev Schreiber, Brian D’Arcy James e Stanley Tucci, SPOTLIGHT: SEGREDOS REVELADOS conta a verdadeira e fascinante história da investigação ganhadora do Prêmio Pulitzer feita pelo jornal Boston Globe, que viria a abalar a cidade e causar uma crise em uma das instituições mais antigas e confiáveis do mundo. Quando o time de repórteres da tenaz equipe “Spotlight” mergulha nas alegações de abuso na Igreja Católica, a investigação de um ano desvenda décadas de encobrimento nos mais altos níveis dos estabelecimentos legais, religiosos e governamentais de Boston, desencadeando uma onda de revelações ao redor do mundo. Dirigido pelo indicado ao Oscar Tom McCarthy, SPOTLIGHT: SEGREDOS REVELADOS é um thriller investigativo tenso, traçando os passos de uma das maiores histórias criminosas dos tempos modernos.”


Filme de Sílvio Tendler esclarece sobre PRIVATIZAÇÃO

É hora de colocar na mesa a questão da desprivatização. Queremos a reestatização da Vale!

Privatizações: a Distopia do Capital – é um filme de Silvio Tendler que ilumina e esclarece a lógica da política em tempos marcados pelo crescente desmonte do Estado brasileiro. A visão do Estado mínimo; a venda de ativos públicos ao setor privado; o ônus decorrente das políticas de desestatização traduzidos em fatos e imagens que emocionam e se constituem em uma verdadeira aula sobre a história recente do Brasil. Realização do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ) e da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), com o apoio da CUT Nacional, o filme traz a assinatura da produtora Caliban e a força da filmografia de um dos mais respeitados nomes do cinema brasileiro.

Em 56 minutos de projeção, intelectuais, políticos, técnicos e educadores traçam, desde a era Vargas, o percurso de sentimentos e momentos dramáticos da vida nacional. A perspectiva da produtora e dos realizadores é promover o debate em todas as regiões do país como forma de avançar “na construção da consciência política e denunciar as verdades que se escondem por trás dos discursos hegemônicos”, afirma Silvio Tendler.

Vale registrar, ainda, o fato dos patrocinadores deste trabalho, fruto de ampla pesquisa, serem as entidades de classe dos engenheiros. Movido pelo permanente combate à perda da soberania em espaços estratégicos da economia, o movimento sindical tem a clareza de que “o processo de privatizações da década de 90 é a negação das premissas do projeto de desenvolvimento que sempre defendemos”.

Privatizações: a Distopia do Capital


Den Bosh, a terra de Jheronimus Bosh

 

fotografia As esculturas e os vitrais da Catedral de São João

As esculturas e os vitrais da Catedral de São João

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os vitrais da Catedral de São João

Reencontrei, na Holanda, um amigo querido que não via há quase 30 anos. Ele me “descobriu” via face (por essas e outras é que ainda não saí dessa rede) e nos encontramos. Cada um acompanhado das respectivas mães (rsss). Foi um dia lindo, nos divertimos muito.

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Claudio ouvindo o que conta Jheronimus Bosh

Claudio nos levou a conhecer Den Bosh ( s’ Hertogenbosch), cidade de predominância católica, com características arquitetônicas medievais muito bem conservada. 

 

 

Percorremos a Catedral de São João, para contemplar a riqueza da arquitetura, com seus vitrais, além de pinturas e esculturas belíssimas.

 

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trípticos

trípticos em madeira

trípticos em madeira

 

Mas o que nos deixou absolutamente extasiadas (minha mãe, a mãe de Claudio e eu) foi a obra de Jheronimus  Bosh distribuídas por toda a área da catedral. De tirar o folego. Salvador Dali, seguramente, bebeu muito nessa fonte.

 

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as figuras de O Jardim das Delícias

 

Representações surrealistas em painéis cheios de figuras estranhas e simbolismos. Uma das mais empolgantes é o Jardim das Delícias, um tríptico em madeira em que ele representa, em tres paineis, a visão do que seria o paraíso celeste , o paraíso terrestre e o inferno. Impressiona como ele retrata os medos e os monstros da sociedade, com seus demonios. Fala de sentimentos maus, da cobiça da avareza, das taras, incluindo os religiosos e a hipocrisia da igreja.

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O Jardim das delícias

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os trípticos de Jheronimus Bosh

 

 

Foi um presente de Claudio. Usufruir a arte de Bosh e em tão boa companhia.

 

 

 

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bossche bol – Teresa e Isa : a “partilha dos pães”

 

Antes de pegar o trem de volta – Claudio e Teresa para Roterdã e mamãe e eu para Utrecht – nós fomos comer o famoso doce típico de Den Bosh, o bossche bol. Ana Isa recomendou que não perdessemos a oportunidade, ao nos deixar na estação em Utrecht. É mesmo uma delícia, lembra um profiterole gigante.

 

 

 

 


Banditismo: Máfia de médicos desvia milhões de reais do SUS

Esclacedor. Ilustra a máfia da saúde, que faz tudo para inviabilizar o SUS, destrói equipamentos, boicota o trabalho e desvia remedios e dinheiro.
Viva o Mais Médicos!!!

bloglimpinhoecheiroso

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Agora, alguns médicos coxinhas vão acreditar, pois a falcatrua foi exibida no Fantástico. Além disso, é possível entender por que os profissionais cubanos são malvistos por boa parte da classe médica brasileiro. Cada envolvido na máfia de branco chega a faturar R$100 mil por mês em esquema que desvia dinheiro do SUS e encarece planos de saúde.

Via Blog do Porfírio

Já imaginou médicos que mandam fazer cirurgias de próteses sem necessidade, só para ganhar comissão sobre o preço desses implantes? Ou então gastar muito mais material do que o necessário, também para faturar um dinheiro por fora? Esses golpes milionários, dados pela máfia das próteses, são o tema da reportagem de Giovanni Grizotti.

O Fantástico revelou um retrato escandaloso do que acontece dentro de alguns consultórios e hospitais do Brasil. O programa da emissora preferida dos coxinhas investigou, durante três meses, um esquema que transforma a saúde do país em um balcão…

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Método do Juiz Moro é “medieval” e “envergonha sociedade civilizada”, diz Ministro do STF

Luizmuller's Blog

ZavasckiTeori Zavascki jamais vai ser o Homem do Ano da Globo, e isto é um formidável ativo que ele carrega.

Teori é aquele tipo de ministro do STF tão raro: aquele que não se deixa deslumbrar e intimidar pela mídia.

Suas sentenças não parecem feitas para agradar a Globo, e sim para buscar o máximo de justiça numa disciplina complexa e não exata.

Mais que nenhum outro juiz, ele deu uma cara nova ao Supremo quando a ele chegou, num momento em que Joaquim Barbosa, sob incentivo cínico da mídia, comandou um espetáculo tétrico de justiça partidarizada no Mensalão.

Depois de escolhas desastrosas de juízes pelo PT – Barbosa por Lula, Fux por Dilma – Zavascki devolveu ao menos parte da respeitabilidade perdida pelo STF no Mensalão.

É antológica a enquadrada que Zavascki deu, ontem, em Sérgio Moro, candidato a ser um novo Joaquim Barbosa como símbolo da justiça torta…

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Presidenta, qual é o mistério?

O Mistério Continua (Leila Jinkings)

Porque o Governo não usa suas prerrogativas de chamar rede de televisão?  Por que?!

Até os opositores sabem da importância e do impacto positivo que teria a Comunicação do Governo Federal com a sociedade. Leia/assista o que dizem cientistas políticos na Rede GLOBO:

(Debate sobre Reforma Politica na Globo News, programa de Miriam Leitão, com Alberto de Almeida, cientista politico, e Jairo Nicolau, cientista político UFRJ)

Pergunta Miriam, aos 20 minutos e 25 segundos, do porque de tanta impopularidade da Presidenta. Responde Alberto de Almeida: “Há vários fatores que juntos levaram a isto: a mídia muito negativa sobre corrupção, que caem sobre o governo federal; a economia  em desaquecimento e o terceiro a imensa dificuldade do governo em se comunicar com a sociedade. E algo comum de qualquer governo, nos estados unidos eles são craques nisso… O governo  vai permanentemente, na figura do Presidente – semanalmente, duas, três vezes na semana –  à televisão. Para explicar o que está realizando, criar uma narrativa para o governo, defender o  ponto de vista do governo à população. O simbolismo e a Comunicação são muito importantes. Então um lado conta a sua história e o outro conta a sua história. O governo não conta a história dele .”

Exibido em 23 de abril de 2015

http://globosatplay.globo.com/globonews/v/4131911/


Em 2013, devido à falta de manutenção nas tubulações, Sabesp desperdiçou uma Cantareira

bloglimpinhoecheiroso

Sabesp24_Jorro_Agua Falta de manutenção nas tubulações pela Sabesp causa desperdício de água.

Perda de 31,2% da água entre estação de tratamento e as casas ajuda a secar o Cantareira.

Camila Denes, via Agência de Notícias em 17/7/2014

Só em 2013, cerca de 950 bilhões de litros de água limpa e tratada vazou dos canos da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), o suficiente para atender 3,7 milhões de pessoas ou duas Belo Horizonte.

Esse volume perdido no ano passado (31,2% do produzido) é praticamente a capacidade de armazenamento do Sistema Cantareira (981 bilhões de litros), que está reduzido a 17,8% – nível apurado na quarta-feira (16).

Grande parte da perda se dá por problemas nas tubulações antigas, que são quase metade da rede de distribuição em áreas centrais da capital paulista. Levantamento da Sabesp registra que 34% dos tubos tem entre 30 e 40 anos e 17%, mais…

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destilando e publicando preconceitos na ausência de responsabilidade profissional

Pasme, há quem tenha coragem de escrever e há quem publique asneiras e preconceitos dessa natureza.

Infelizmente trata-se aqui de três colunistas mulheres. Uma delas é Danuza “Coringa” Leão de peçonha já bastante conhecida. A segunda é Hildegard, que costuma ser equilibrada em suas posições e, além do mais, espera-se mesmo que tenha consciência social e política aguçada pela sua história. A terceira, eu não havia tido o desprazer de conhecer. Imagino que seja uma pessoa bastante infeliz, que sai agredindo vilmente quem não pode se defender e a quem o Estado não protege de ataques dessa natureza pela ausência de regulamentação dos meios de comunicação.

Ministro Benzoini, leia isto:

Por que os pobres incomodam tanto?

Na semana em que duas jornalistas publicam textos de ojeriza aos mais pobres, fica a reflexão: o que incomoda a elite não é a perda de direitos, mas de privilégios. Em um mundo onde ser ‘VIP’ e obter exclusividades são o ápice do prazer aristocrático, a popularização do acesso a educação, saúde, viagens e bens de consumo deve ser mesmo um horror

Por Maíra Streit

hildegard angel

Nessa semana, dois textos de colaboradoras do jornal carioca O Globo chamaram bastante a atenção dos leitores, não exatamente pela qualidade do conteúdo em si, mas pelo grau de preconceito destilado em suas palavras.

Em um deles, a colunista Hildegard Angel defendeu a segregação como medida para conter os arrastões em praias do Rio de Janeiro. Entre as sugestões destinadas ao governo, surgiram ideias brilhantes como “diminuir drasticamente a circulação das linhas de ônibus e de metrô no fluxo Zona Norte-Zona Sul” e até mesmo “cobrar entrada nas praias de Leme, Copacabana, Ipanema, Leblon”.

É isso mesmo. Para a colunista, impedir o acesso da população pobre às áreas mais prestigiadas da cidade é uma maneira eficiente de “reprimir as hordas e hordas de jovens assaltantes e arruaceiros”. “As medidas são antipáticas e discriminatórias, concordo. Mas ou é isso ou será o caos”, finalizou. Aparentemente arrependida de suas declarações, Hildegard retirou o texto do ar após uma saraivada de críticas.

Seguindo a mesma linha, os leitores d’O Globo foram brindados com uma publicação pretensamente irreverente, mas nem por isso menos cruel. Em seu blog, Zona de Desconforto, a jornalista Silvia Pilz descreve o comportamento dos mais pobres em consultórios médicos.

Em tom de deboche, ela afirma que essas pessoas costumam inventar doenças e fazem drama para faltar ao trabalho. “Acho que não conheço nenhuma empregada doméstica que esteja sempre com atacada da ciática [leia-se nervo ciático inflamado]. Ah! Eles também têm colesterol [leia-se colesterol alto] e alegam ‘estar com o sistema nervoso’ quando o médico se atreve a dizer que o problema pode ser emocional”, escreveu.

silvia pilz

Silvia ridiculariza ainda a procura por mais informações na área da saúde, dizendo que, ao assistir a um programa da Rede Globo sobre o assunto, “o caso normalmente é a dúvida de algum pobre”. “Coisas do tipo ‘tenho cisto no ovário e quero saber se posso engravidar’. Porque a grande preocupação do pobre é procriar”, complementa.

A jornalista enfatiza que, com a democratização dos planos de saúde, fazer exames se tornou um programa divertido para os pobres, que se arrumam especialmente para a ocasião, chegam cedo e, admirados com o ar-condicionado e o piso de porcelanato dos laboratórios, aguardam ansiosamente pelo lanche oferecido após os exames.

Não sabemos exatamente em que país vive a blogueira em questão, mas, no Brasil, a relação entre os pobres e o acesso à saúde está longe de ser engraçada. Embora algumas conquistas sejam evidentes, os planos particulares não funcionam às mil maravilhas e ainda são, sim, um privilégio de poucos. A realidade da população de baixa renda ainda é, em boa parte, a fila do hospital público, a superlotação, a falta de médicos e a dificuldade na marcação de consultas.

O país, de fato, está mudando. Mas o que parece não mudar nunca é a ideia de um ‘apartheid’ social que enche os olhos da classe média alta brasileira, incomodada em dividir o mesmo ar que segmentos antes marginalizados. Impossível não lembrar da afirmação de outra polêmica colunista, a socialite Danuza Leão, que há alguns anos escreveu na Folha de S. Paulo que ir à Nova Iorque não tinha mais graça, já que eram grandes as chances de encontrar o seu porteiro por lá.

danuza

Esses são exemplos clássicos de que o que incomoda a elite não é a perda de direitos, mas de privilégios. Em um mundo onde ser ‘VIP’ e obter exclusividades são o ápice do prazer aristocrático, a popularização do acesso a educação, saúde, viagens e bens de consumo deve ser mesmo um horror.

Imagine que absurdo o filho do motorista estudar na mesma faculdade que o seu, ou encontrar a manicure fazendo compras naquela que era a sua loja preferida. Ainda mais ultrajante deve ser ver a empregada jantando filé mignon e dizendo a você que, de uma vez por todas, a escravidão acabou. Haja Lexotan para acalmar os ânimos dessa gente, tão afeita a mandar e desmandar sozinha em seus feudos imaginários. Quanto a isso, só resta uma coisa a ser dita: acostumem-se… A tendência é piorar.

Fonte: Forum


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