Usando o Controle Remoto

O Documentário Lua Nova do Penar,

realizado por Leila JInkings e Sidnei Pires, está na grade da

TV Cidade Livre DF.  Aproveitem.

O programa tem uma entrevista e o filme na íntegra.

TV Cidade Livre DF – Programação de 10 a 16 de fevereiro

Dia 10 – Segunda-feira

7h – Café na Política Com Jornalista Leite Filho (fixo)

7h30 – Momento Concurso (fixo)

08h – Programa Amigos da História – Contadores de História (fixo)

8h30 – Sons da Cidade Clip Com Marcelo Zamith + Programa Idéias em Debate

9h – TV Rede Mundial (fixo)  

(…)

16h – Sons da Cidade Clip Com Emilia Monteiro + Documentário Lua Nova

Ariano Suassuna fala de Hiram no documentário Lua Nova do Penar

Ariano Suassuna fala de Hiram no documentário Lua Nova do Penar

do penar de Leila Jinkings.

17h – Sons da Cidade Clip Com Baia + 60 anos de trio elétrico

18h15 – Clip Cubano I + Mostra de cinema de Florianópolis

(…)

20h – União Planetária e Sociedade Teosófica (fixo)

21h – Sons da Cidade Clip Com Emilia Monteiro + Contracorrente com o Embaixador do Equador Horacio Sevilla Borja: Sete anos da Revolução Cidadã no Equador

(…)

Dia 11 – Terça-feira

(…)

17h – Programa Letras e Livros Com Batista Programa Letras e Livros Com o Jornalista e escritor Uruguaio Raul Ernesto Larrosa. Entrevistado por Pedro Batista (fixo)

(…)

23h30 –Sons da Cidade Clip Com Baia + Contracorrente com o Embaixador do Equador Horacio Sevilla Borja:Sete anos da Revolução Cidadã no Equador

Dia 12 – Quarta-feira

7h – Clip Cubano I + Desenho Mafalda vol. 1

7h36 – Clip Cubano II + Vértice de Matheus Araújo

(…)

14h15 – Sons da Cidade: Clip Detrito Federal + A Revolução não será transmitida

(…)

17h – Sons da Cidade Clip Com Detrito Federal + 40 anos de Beirute com o grupo som Catado e Moveis Colônias de acaju

18h – Programa Letras e Livros Com o Jornalista e escritor Uruguaio Raul Ernesto Larrosa. Entrevistado por Pedro Batista (fixo)

(…)

23h30 – Mídia Cidadã Com: Roberto Liviano – Presidente do ministério público democrático. O programa Mídia Cidadã é produzido pela Associação dos Canais Comunitários do Estado de São Paulo (ACESP).

 Dia 13 – Quinta-feira

7h – Sons da Cidade Clip Com Martinália + Programa Letras e Livros Com Fernanda Quevedo, Integrante da casa Fora de Eixo de Brasília, En

trevistada por Pedro Batista.

8h – Sons da Cidade Clip Com Emilia Monteiro + Documentário Lua Nova do Penar de Leila Jinkings.

(…)

14h – Clip Cubano II + Documentário Catastroika: A Crise Econômica na Grécia de Katerine Kitidi e Aris Chatzistefanou

(…)

19h30 – Roteiro Espiritualista – Iluminar (fixo) 

20h – TV Supren (União planetária e Sociedade teosófica (fixo)

(…)

Dia 14 – Sexta-feira 

7h – Programa Letras e Livros Com Programa Letras e Livros Com Fernanda Quevedo, Integrante da casa Fora de Eixo de Brasília, Entrevistada por Pedro Batista.

(…)

21h – VT Hora de Cuidar + Sons da Cidade Clip Com Emilia Monteiro + A Bahia de Euclides da Cunha: Um documentário de Carlos Pronzato, este documentário segue os passos de Euclides na Bahia,quando aqui esteve em 1897 durante a Guerra de Canudos,imortalizada no seu livro Os Sertões.

22h – Telejornal (fixo)  

23h – Sons da Cidade Clip Com Martinália + Contracorrente com o Embaixador do Equador Horacio Sevilla Borja: 7 anos da Revolução Cidadã no Equador

0h – Sons da Cidade Clip Com Marcelo Zamith + Documentário ás águas do Urucuia

1h25 – Sons da Cidade: Clip Com Baia + Doc. Brasil visto por dentro

2h27 – Sons da Cidade: Clip Com Detrito Federal + Filme Documentário Macuro

4h – TV Telesur (fixo)

Dia 15 – Sábado 

7h – Direito de Antena – O Professor de Filosofia do Direito, Francisco de Assis Cortez Gomes, expressa suas opiniões sobre “A Igreja Católica e o Papa Francisco

7h15 – Sons da Cidade Clip Com Martinália + Documentário Lua Nova do Penar de Leila Jinkings

8h –Conexão Cidadã Com Antônio Leitão (fixo)  

8h30 – Café na Política Com o Jornalista Leite Filho (fixo)

19h – VT Hora de Cuidar + Sons da Cidade Clip Com Marcelo Zamith + Programa Letras e Livros Com Fernanda Quevedo, Integrante da casa Fora de Eixo de Brasília, Entrevistada por Pedro Batista.

19h30 – Momento Concurso – Vesticon (fixo)

20h – O Libertário (fixo)

20h30 – Momento Espírita – Iluminar (fixo)

21h – Sons da Cidade: Clip Tangoneando + + Documentário Lua Nova do Penar de Leila Jinkings.

21h45 – Sons da Cidade: Clip Martinália + A Revolução de Angicos

22h – Telejornal (fixo)

22h30 – Programa Letras e Livros Com Fernanda Quevedo, Integrante da casa Fora de Eixo de Brasília, Entrevistada por Pedro Batista. (fixo)

23h – ESPAÇO SINDICAL – Em visita à Tv Comunitária de Brasília, o administrador do Cruzeiro, Antônio Sabino, fala sobre os desafios em conduzir uma das cidades satélites mais tradicionais do Distrito Federal, releva o seu “amor” por Taguatinga, satélite onde foi administrador e que mora, e relata os feitos do governo petis

ta na busca por uma cidade ainda melhor para a população

0h – Programa sons da cidade Orquestra Infantil e de cordas da UnB: As orquestras serão regidas por Ricardo Dourado Freire, mestre e doutor em clarineta. Professor associado da UnB nas áreas de clarineta e teoria musical, o regente exerce também a função de presidente da Associação Brasileira de Clarinetistas. Freire é o criador e coordenador geral do MPC. A Câmara Legislativa as orquestras infantil e de cordas do projeto de extensão “Música para Crianças”, da Universidade de Brasília (UnB). A apresentação faz parte do projeto “Música na Câmara”

0h30 – Sons da Cidade: Clip Martinália + Documentário Lua Nova do Penar de Leila Jinkings.

1h30 – Sons da Cidade: Clip Detrito Federal + Documentário Catastroika: Um Documentário de Katerine Kitidi e Aris Chatzistefanou Sobre a Crise Econômica na Grécia

 Dia 16 – Domingo

14h – Sons da Cidade Clip Cubano II + O Panelaço: Em janeiro de 2001 o povo argentino saiu às ruas para protestar pela situação de corrupção e miséria reinante no país e acabou derrubando o presidente Fernando de La Rúa e o seu ministro de Economia, Domingo Cavallo.

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ARTIGO: Desculpe-me, mas você é um inocente útil

Diferente do “Batman”, Joaquim Barbosa, que mora em apartamento funcional e comprou de forma imoral uma residência de um milhão de reais em Miami (http://migre.me/gFTLQ), Genoíno mora na mesma casa e na mesma rua, nunca morou em condomínio fechado ou algo que o valha, nem deu sinais de riqueza.

viaARTIGO: Desculpe-me, mas você é um inocente útil.

viaARTIGO: Desculpe-me, mas você é um inocente útil.


Lua Nova do Penar – trailer

Lua Nova do Penar (Grieving New Moon) – trailer
versão com audiodescrição

Documentário de Leila Jinkings e Sidnei Pires

Hiram Pereira, jornalista, ator e poeta, desaparecido na ditadura no Brasil. As filhas se encontram para falar sobre o pai através da música, elemento unificador no cotidiano da família.
participação em festivais: “Melhor documentário” no IIDFF (Grécia), seleção oficial no MWIFF (Índia) e no DSIFF (Índia) , todos em outubro de 2013.
Recife – 2013 – color 27′
Audiodescrição feita pela Central Dubrasil; voz Hermes Barolli

Grieving New Moon, color, 27′
Hiram Pereira, journalist, actor and poet, who disappeared during the dictatorship in Brazil. The daughters meet to talk about his father through music, unifying element of the family routine.
participation in festivals: “Best Documentary” at IIDFF (Greece), official selection MWIFF (India) and DSIFF (India), all in October 2013.

Luna Nueva del Dolor, color, 27′
Hiram Pereira, periodista, actor y poeta, que desapareció durante la dictadura en Brasil. Las hijas se reúnen para hablar de su padre a través de la música, elemento unificador de la rutina familiar.
participación en festivales: “Mejor Documental” en IIDFF (Grecia), la selección oficial en MWIFF (India) y DSIFF (India), todos ellos en octubre de 2013.


O samurai e o guerrilheiro

O editorial desta semana de Mino Carta merece ser lido na íntegra. Muito comovente o trecho que transcrevo:

Luiz_Gushiken_crop Ocorre-me um amigo que eu chamava de samurai, Luiz Gushiken, ministro de Lula no primeiro mandato, primeira vítima do “mensalão” sem qualquer culpa em cartório, de fato aquele que percebeu o papel devastadoramente daninho do banqueiro Daniel Dantas, visceralmente envolvido no processo e tão chegado a petistas de outro naipe, como Márcio Thomaz Bastos, José Dirceu, Luiz Eduardo Greenhalgh, sem contar o atual ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Gushiken morreu dia 13 passado, honrado e, receio, infeliz.

Jose Genoino/AEOutro injustiçado é José Genoino, que, segundo Veja, gargalha com o voto de Celso de Mello. A malta não sabe que Genoino é um herói brasileiro, esperançoso e iludido até as últimas consequências, acreditou que o Araguaia seria a Sierra Maestra brasileira, e, ao lado de 80 companheiros, lutou contra 10 mil soldados da ditadura. Torturado brutalmente, ressurgido das cinzas, ainda espera que o Brasil deixe de ser o país da casa-grande e da senzala. Ao contrário do que afirmam seus inquisidores a pretendê-lo “mensaleiro”, não sabe onde cair morto, se me permitem a linguagem rasteira.

fonte: http://www.cartacapital.com.br/revista/768/uma-capa-resume-tudo-8663.html


U.S. Military and Intelligence Officials to Obama: “Assad NOT Responsible for Chemical Attack”

Forças Armadas dos EUA e funcionários da inteligência de Obama: “Assad não é responsável por ataque químico”

“O diretor da CIA John Brennan está cometendo o mesmo modelo de fraude como o de antes da guerra do Iraque para os membros do Congresso, a mídia, o público – e talvez até você.

 

“CIA Director John Brennan is perpetrating a pre-Iraq-War-type fraud on members of Congress, the media, the public – and perhaps even you

Despite the Obama administration’s supposedly “high confidence” regarding Syrian government guilt over the Aug. 21 chemical attack near Damascus, a dozen former U.S. military and intelligence officials are telling President Obama that they are picking up information that undercuts the Official Story.

 

 

 

MEMORANDUM FOR: The President

 

FROM: Veteran Intelligence Professionals for Sanity (VIPS)

 

SUBJECT: Is Syria a Trap?

 

Precedence: IMMEDIATE

 

We regret to inform you that some of our former co-workers are telling us, categorically, that contrary to the claims of your administration, the most reliable intelligence shows that Bashar al-Assad was NOT responsible for the chemical incident that killed and injured Syrian civilians on August 21, and that British intelligence officials also know this. In writing this brief report, we choose to assume that you have not been fully informed because your advisers decided to afford you the opportunity for what is commonly known as “plausible denial.”

 

We have been down this road before – with President George W. Bush, to whom we addressed our first VIPS memorandumimmediately after Colin Powell’s Feb. 5, 2003 U.N. speech, in which he peddled fraudulent “intelligence” to support attacking Iraq. Then, also, we chose to give President Bush the benefit of the doubt, thinking he was being misled – or, at the least, very poorly advised.

 

 

Secretary of State John Kerry departs for a Sept. 6 trip to Europe where he plans to meet with officials to discuss the Syrian crisis and other issues. (State Department photo)

 

The fraudulent nature of Powell’s speech was a no-brainer. And so, that very afternoon we strongly urged your predecessor to “widen the discussion beyond …  the circle of those advisers clearly bent on a war for which we see no compelling reason and from which we believe the unintended consequences are likely to be catastrophic.” We offer you the same advice today.

 

Our sources confirm that a chemical incident of some sort did cause fatalities and injuries on August 21 in a suburb of Damascus. They insist, however, that the incident was not the result of an attack by the Syrian Army using military-grade chemical weapons from its arsenal. That is the most salient fact, according to CIA officers working on the Syria issue. They tell us that CIA Director John Brennan is perpetrating a pre-Iraq-War-type fraud on members of Congress, the media, the public – and perhaps even you.

 

We have observed John Brennan closely over recent years and, sadly, we find what our former colleagues are now telling us easy to believe. Sadder still, this goes in spades for those of us who have worked with him personally; we give him zero credence. And that goes, as well, for his titular boss, Director of National Intelligence James Clapper, who has admitted he gave “clearly erroneous” sworn testimony to Congress denying NSA eavesdropping on Americans.

 

Intelligence Summary or Political Ploy?

 

That Secretary of State John Kerry would invoke Clapper’s name this week in Congressional testimony, in an apparent attempt to enhance the credibility of the four-page “Government Assessment” strikes us as odd. The more so, since it was, for some unexplained reason, not Clapper but the White House that released the “assessment.”

 

This is not a fine point. We know how these things are done. Although the “Government Assessment” is being sold to the media as an “intelligence summary,” it is a political, not an intelligence document. The drafters, massagers, and fixers avoided presenting essential detail. Moreover, they conceded upfront that, though they pinned “high confidence” on the assessment, it still fell “short of confirmation.”

 

Déjà Fraud: This brings a flashback to the famous Downing Street Minutes of July 23, 2002, on Iraq, The minutes record the Richard Dearlove, then head of British intelligence, reporting to Prime Minister Tony Blair and other senior officials that President Bush had decided to remove Saddam Hussein through military action that would be “justified by the conjunction of terrorism and WMD.” Dearlove had gotten the word from then-CIA Director George Tenet whom he visited at CIA headquarters on July 20.

 

The discussion that followed centered on the ephemeral nature of the evidence, prompting Dearlove to explain: “But the intelligence and facts were being fixed around the policy.” We are concerned that this is precisely what has happened with the “intelligence” on Syria.

 

The Intelligence

 

There is a growing body of evidence from numerous sources in the Middle East — mostly affiliated with the Syrian opposition and its supporters — providing a strong circumstantial case that the August 21 chemical incident was a pre-planned provocation by the Syrian opposition and its Saudi and Turkish supporters. The aim is reported to have been to create the kind of incident that would bring the United States into the war.

 

According to some reports, canisters containing chemical agent were brought into a suburb of Damascus, where they were then opened. Some people in the immediate vicinity died; others were injured.

 

We are unaware of any reliable evidence that a Syrian military rocket capable of carrying a chemical agent was fired into the area. In fact, we are aware of no reliable physical evidence to support the claim that this was a result of a strike by a Syrian military unit with expertise in chemical weapons.

 

In addition, we have learned that on August 13-14, 2013, Western-sponsored opposition forces in Turkey started advance preparations for a major, irregular military surge. Initial meetings between senior opposition military commanders and Qatari, Turkish and U.S. intelligence officials took place at the converted Turkish military garrison in Antakya, Hatay Province, now used as the command center and headquarters of the Free Syrian Army (FSA) and their foreign sponsors.

 

Senior opposition commanders who came from Istanbul pre-briefed the regional commanders on an imminent escalation in the fighting due to “a war-changing development,” which, in turn, would lead to a U.S.-led bombing of Syria.

 

At operations coordinating meetings at Antakya, attended by senior Turkish, Qatari and U.S. intelligence officials as well as senior commanders of the Syrian opposition, the Syrians were told that the bombing would start in a few days. Opposition leaders were ordered to prepare their forces quickly to exploit the U.S. bombing, march into Damascus, and remove the Bashar al-Assad government

 

The Qatari and Turkish intelligence officials assured the Syrian regional commanders that they would be provided with plenty of weapons for the coming offensive. And they were. A weapons distribution operation unprecedented in scope began in all opposition camps on August 21-23. The weapons were distributed from storehouses controlled by Qatari and Turkish intelligence under the tight supervision of U.S. intelligence officers.

 

Cui bono?

 

That the various groups trying to overthrow Syrian President Bashar al-Assad have ample incentive to get the U.S. more deeply involved in support of that effort is clear. Until now, it has not been quite as clear that the Netanyahu government in Israel has equally powerful incentive to get Washington more deeply engaged in yet another war in the area. But with outspoken urging coming from Israel and those Americans who lobby for Israeli interests, this priority Israeli objective is becoming crystal clear.

 

Reporter Judi Rudoren, writing from Jerusalem in an important article in Friday’s New York Times addresses Israeli motivation in an uncommonly candid way. Her article, titled “Israel Backs Limited Strike Against Syria,” notes that the Israelis have argued, quietly, that the best outcome for Syria’s two-and-a-half-year-old civil war, at least for the moment, is no outcome. Rudoren continues:

 

“For Jerusalem, the status quo, horrific as it may be from a humanitarian perspective, seems preferable to either a victory by Mr. Assad’s government and his Iranian backers or a strengthening of rebel groups, increasingly dominated by Sunni jihadis.

 

“‘This is a playoff situation in which you need both teams to lose, but at least you don’t want one to win — we’ll settle for a tie,’ said Alon Pinkas, a former Israeli consul general in New York. ‘Let them both bleed, hemorrhage to death: that’s the strategic thinking here. As long as this lingers, there’s no real threat from Syria.’”

 

We think this is the way Israel’s current leaders look at the situation in Syria, and that deeper U.S. involvement – albeit, initially, by “limited” military strikes – is likely to ensure that there is no early resolution of the conflict in Syria. The longer Sunni and Shia are at each other’s throats in Syria and in the wider region, the safer Israel calculates that it is.

 

That Syria’s main ally is Iran, with whom it has a mutual defense treaty, also plays a role in Israeli calculations. Iran’s leaders are not likely to be able to have much military impact in Syria, and Israel can highlight that as an embarrassment for Tehran.

 

Iran’s Role

 

Iran can readily be blamed by association and charged with all manner of provocation, real and imagined. Some have seen Israel’s hand in the provenance of the most damaging charges against Assad regarding chemical weapons and our experience suggests to us that such is supremely possible.

 

Possible also is a false-flag attack by an interested party resulting in the sinking or damaging, say, of one of the five U.S. destroyers now on patrol just west of Syria. Our mainstream media could be counted on to milk that for all it’s worth, and you would find yourself under still more pressure to widen U.S. military involvement in Syria – and perhaps beyond, against Iran.

 

Iran has joined those who blame the Syrian rebels for the August 21 chemical incident, and has been quick to warn the U.S. not to get more deeply involved. According to the Iranian English-channel Press TV, Iranian Foreign Minister Mohammad Javid Zarif has claimed: “The Syria crisis is a trap set by Zionist pressure groups for [the United States].”

 

Actually, he may be not far off the mark. But we think your advisers may be chary of entertaining this notion. Thus, we see as our continuing responsibility to try to get word to you so as to ensure that you and other decision makers are given the full picture.

 

Inevitable Retaliation

 

We hope your advisers have warned you that retaliation for attacks on Syrian are not a matter of IF, but rather WHERE and WHEN. Retaliation is inevitable. For example, terrorist strikes on U.S. embassies and other installations are likely to make what happened to the U.S. “Mission” in Benghazi on Sept. 11, 2012, look like a minor dust-up by comparison. One of us addressed this key consideration directly a week ago in an article titled “Possible Consequences of a U.S. Military Attack on Syria – Remembering the U.S. Marine Barracks Destruction in Beirut, 1983.”

 

For the Steering Group, Veteran Intelligence Professionals for Sanity

 

Thomas Drake, Senior Executive, NSA (former)

 

Philip Giraldi, CIA, Operations Officer (ret.)

 

Matthew Hoh, former Capt., USMC, Iraq & Foreign Service Officer, Afghanistan

 

Larry Johnson, CIA & State Department (ret.)

 

W. Patrick Lang, Senior Executive and Defense Intelligence Officer, DIA (ret.)

 

David MacMichael, National Intelligence Council (ret.)

 

Ray McGovern, former US Army infantry/intelligence officer & CIA analyst (ret.)

 

Elizabeth Murray, Deputy National Intelligence Officer for Middle East (ret.)

 

Todd Pierce, US Army Judge Advocate General (ret.)

 

Sam Provance, former Sgt., US Army, Iraq

 

Coleen Rowley, Division Council & Special Agent, FBI (ret.)

Ann Wright, Col., US Army (ret); Foreign Service Officer (ret

 

U.S. Military and Intelligence Officials to Obama: “Assad NOT Responsible for Chemical Attack”.


Documental: El diario sirio

Documental: El diario sirio.

“Mi equipo ha hecho cientos de reportajes sobre Siria. En esta película queríamos distanciarnos de las ‘noticias’. Queríamos expresar nuestras emociones y sentimientos hacia las personas que hemos conocido; cosas que no se ven habitualmente en las noticias.”
-Anastasia Popova sobre el documental.

Este documental exclusivo de la cadena de TV rusa, Rossiya 24, es imprescindible ya que nos ofrece una muy buena perspectiva de los eventos que han estado sucediendo en Siria desde 2011.
Muestra como tanto el ejercito sirio, como el pueblo sirio, están defendiendo su país de los inimaginables crímenes cometidos por terroristas extremistas, que reciben masivo apoyo mediático, militar, económico e informativo internacional.
Una situación en la que nadie jamás querría estar.

Los periodistas de Rossiya 24 han pasado siete meses en Siria, y han presenciado como este prospero y pacifico país ha sido volado en pedazos.
¿Volverá la vida en Siria a ser normal alguna vez? Examinamos la situación en Siria a través de los ojos de aquellos que han vivido estos dramáticos eventos en primera persona.
Muestra a las personas contando su historia, especialmente a los militares, usando como hilo de la narración la actividad, el secuestro y asesinato final de uno de ellos.

Esta película es un trabajo de los periodistas de Rossiya 24:
Corresponsal: Anastasia Popova
Cameraman: Mikhail Vitkin
Director: Yevgeny Lebedev

“El diario sirio” es un relato de sus experiencias personales y representa su punto de vista sobre la situación en Siria.

“Mi equipo ha hecho cientos de reportajes sobre Siria. En esta película queríamos distanciarnos de las ‘noticias’. Queríamos expresar nuestras emociones y sentimientos hacia las personas que hemos conocido; cosas que no se ven habitualmente en las noticias.”
-Anastasia Popova sobre el documental.

viaDocumental: El diario sirio.


Doutores, os senhores são lixo perto desta negra

 Por Fernando Brito, no Tijolaço
natasha

Corem diante desta negra, doutores! Ela tem o que os senhores perderam

24 de agosto de 2013 | 20:08

“Somos médicos por vocação, não nos interessa um salário, fazemos por amor”, afirmou Nelson Rodrigues, 45.

“Nossa motivação é a solidariedade”, assegurou Milagros Cardenas Lopes, 61

“Viemos para ajudar, colaborar, complementar com os médicos brasileiros”, destacou Cardenas em resposta à suspeita de trabalho escravo. “O salário é suficiente”, complementou Natasha Romero Sanches, 44.

Poucas frases, mas que soam  como se estivessem sendo ditas por seres de outro planeta no Brasil que vivemos.

O que disseram os primeiros médicos cubanos do  grupo que vem para servir onde médicos brasileiros não querem ir deveria fazer certos dirigentes da medicina brasileira reduzirem à pequenez de seus sentimentos e à brutalidade de suas vidas, de onde se foi, há muito tempo, qualquer amor à igualdade essencial entre todos os seres humanos.

Porque gente que não se emociona com o sofrimento e a carência de seus semelhantes, gente que se formou, muitas vezes, em escolas de medicina pagas com o imposto que brasileiros miseráveis recolheram sobre sua farinha, seu feijão, sua rala ração, gente que já viu seus concidadãos madrugando em filas, no sereno, para obter um simples atendimento, gente assim    não é civilizada, não importa quão bem tratadas ejam suas unhas, penteados os seus cabelos e reluzentes seus carros.

Perto desta negra aí da foto, que para vocês só poderia servir para lavar suas roupas e pajear seus ricos filhinhos, criados para herdar o “negócio” dos pais, vocês nao passam de selvagens, de brutos.

Vocês podem saber quais são as mais recentes drogas, aprendidas nos congressos em locais turísticos, custeados por laboratórios que lhes dão as migalhas do lucro bilionário que têm ao vender remédios. Vocês podem conhecer o último e caro exame de medicina nuclear disponível na praça a quem pode pagar. Vocês podem ser ricos, ou acharem que são, porque de verdade não passam de uma subnobreza deplorável, que acha o máximo ir a Miami.

Mas vocês são lixo perto dessa negra, a Doutora – sim, Doutora, negra, negrinha assim!- Natasha é, eu lhes garanto.

Sabem por que? Por que ela é capaz de achar que o que faz é mais importante do que aquilo que ganha, desde que isso seja o suficiente para viver com dignidade material. Porque a dignidade moral ela a tem, em quantdade suficiente para saber que é uma médica, por cem, mil ou um milhão de dólares.

Isso, doutores, os senhores já perderam. E talvez nunca mais voltem a ter, porque isso não se compra, não se vende, não se aluga, como muitos dos senhores, para manter o status de pertenceram ao corpo clínico de um hospital, fazem com seus colegas, para que dêem o plantão em seus lugares.

Os senhores não são capazes de fazer um milésimo do que ela faz pelos seres humenos, desembarcando sob sua hostilidade num paìs estrangeiro, para tratar de gente pobre que os senhores nao se dispõem a cuidar nem querem deixar que se cuide.

Os senhores nao gritaram, não xingaram nem ameaçaram com polícia aos Roger Abdelmassih, o estuprador, nem contra o infleiz que extorquiu R$ 1.200 para fazer o parto de uma adolescente pobre, nem contra os doutores dos dedos de silicone, nem contra os espertalhóes da maternidade paulista cuja única atividade era bater o ponto.

Eles não os ameaçaram, ameaçaram apenas aos pobres do Brasil.

Estes aì, sim, estes os ameaçam. Ameaçam a aceitação do que vocês se tornaram, porque deixaram que a aspiração normal e justa de receber por seu trabalho se tornasse maior do que a finalidade deste próprio trabalho, porque o trabalho é um bem social e coletivo, ou então vira mero negócio mercantil.

É isto que estes médicos cubanos representam de ameaça: o colocar o egoísmo, o consumismo, o mercantilismo reduzidos ao seu tamenho, a algo que não é e nem pode ser o tamanho da civilização humana.

Aliás, é isso que Cuba, há quase 55 anos, representa.

Um país minùsculo, cheio de carências, que é capaz de dar a mão dos médicos a este gigante brasileiro.

E daí que eles exportem médicos como fonte de receita? Nós não exportamos nossos meninos para jogar futebol? O que deu mais trabalho, mais investimento, o que agregou mais valor a um país: escolas de medicina ou esteiras rolantes para exportar seus minérios?

É por isso que o velhissimo Fidel Castro encarna muito mais a  juventude que estes yuppies coxinhas, cuja vida sem causa  cabe toda dentro de um cartão de crédito.

Eu agradeço à Doutora Natasha.

Ela me lembrou, singelamente, que coração é algo muito maior  do que aquele volume que aparece, sombrio, nas tantas ressonâncias, tomografias e cateterismos porque passei nos últimos meses.

Ele é o centro do progresso humano, mais do que o cérebro, porque é ele quem dá o norte, o sentido, o rumo dos pensamentos e da vida.

Porque, do contrário, o saber vira arrogância e os sentimentos, indiferença.

E o coração, como na música de Mercedes Sosa, una mala palabra.

fonte: http://tijolaco.com.br/index.php/corem-diante-desta-negra-doutores-ela-tem-o-que-os-senhores-perderam/


Luz do Sol

Luz engarrafada, bottled light

 

Brasileiro inventor de ‘luz engarrafada’ tem ideia espalhada pelo mundo

Gibby Zobel

De Uberaba para o serviço mundial da BBC

em  13 de agosto, 2013 -  (Brasília)Alfredo Moser | Foto/Montagem: BBCCriador e criatura: Moser criou a lâmpada durante a série de apagões que o Brasil enfrentou em 2002

Alfredo Moser poderia ser considerado um Thomas Edison dos dias de hoje, já que sua invenção também está iluminando o mundo.

Em 2002, o mecânico da cidade mineira de Uberaba, que fica a 475 km da capital Belo Horizonte, teve o seu próprio momento de ‘eureka’ quando encontrou a solução para iluminar a própria casa num dia de corte de energia.

Para isso, ele utilizou nada mais do que garrafas plásticas pet com água e uma pequena quantidade de cloro.

Nos últimos dois anos, sua ideia já alcançou diversas partes do mundo e deve atingir a marca de 1 milhão de casas utilizando a ‘luz engarrafada’.

Mas afinal, como a invenção funciona? A reposta é simples: pela refração da luz do sol numa garrafa de dois litros cheia d’água.

“Adicione duas tampas de cloro à água da garrafa para evitar que ela se torne verde (por causa da proliferação de algas). Quanto mais limpa a garrafa, melhor”, explica Moser.

Moser protege o nariz e a boca com um pedaço de pano antes de fazer o buraco na telha com uma furadeira. De cima para baixo, ele então encaixa a garrafa cheia d’água.

“Você deve prender as garrafas com cola de resina para evitar vazamentos. Mesmo se chover, o telhado nunca vaza, nem uma gota”, diz o inventor.

Outro detalhe é que a lâmpada funciona melhor se a tampa for encapada com fita preta.

Alfredo Moser | Foto: BBCA ideia de Moser já é utilizada em mais de 15 países onde energia é escassa

“Um engenheiro veio e mediu a luz. Isso depende de quão forte é o sol, mas é entre 40 e 60 watts”, afirma Moser.

Apagões

A inspiração para a “lâmpada de Moser” veio durante um período de frequentes apagões de energia que o país enfrentou em 2002. “O único lugar que tinha energia eram as fábricas, não as casas das pessoas”, relembra.

Moser e seus amigos começaram a imaginar como fariam um sinal de alarme, no caso de uma emergência, caso não tivessem fósforos.

O chefe do inventor sugeriu na época utilizar uma garrafa de plástico cheia de água como lente para refletir a luz do sol em um monte de mato seco e assim provocar fogo.

A ideia ficou na mente de Moser que então começou a experimentar encher garrafas para fazer pequenos círculos de luz refletida.

Não demorou muito para que ele tivesse a ideia da lâmpada.

Quanto gasta de energia?

  • As lâmpadas feitas com as garrafas plásticas não necessitam de energia para serem produzidas, já que o material pode ser coletado e reaproveitado pelos moradores da própria comunidade.
  • A ‘pegada de carbono’ – unidade que mede o quanto de CO2 é dispensado na atmosfera para se produzir algo – de uma lâmpada incandescente é 0,42kg de CO2.
  • Uma lâmpada de 50 watts, ligada por 14 horas por dia, por um ano, tem ‘pegada de carbono’ de quase 200kg de CO2.
  • As lâmpadas de Moser também não emitem CO2 quando ‘ligadas’.

Fonte: ONU

“Eu nunca fiz desenho algum da ideia”.

“Essa é uma luz divina. Deus deu o sol para todos e luz para todos. Qualquer pessoa que usar essa luz economiza dinheiro. Você não leva choque e essa luz não lhe custa nem um centavo”, ressalta Moser.

Pelo mundo

O inventor já instalou as garrafas de luz na casa de vizinhos e até no supermercado do bairro.

Ainda que ele ganhe apenas alguns reais instalando as lâmpadas, é possível ver pela casa simples e pelo carro modelo 1974 que a invenção não o deixou rico. Apesar disso, Moser aparenta ter orgulho da própria ideia.

“Uma pessoa que eu conheço instalou as lâmpadas em casa e dentro de um mês economizou dinheiro suficiente para comprar itens essenciais para o filho que tinha acabado de nascer. Você pode imaginar?”, comemora Moser.

Carmelinda, a esposa de Moser por 35 anos, diz que o marido sempre foi muito bom para fazer coisas em casa, até mesmo para construir camas e mesas de madeira de qualidade.

Mas parece que ela não é a única que admira o marido inventor.

Illac Angelo Diaz, diretor executivo da fundação de caridade MyShelter, nas Filipinas, parece ser outro fã.

Foto: BBCMoser afirma que a lâmpada funciona melhor se a boca for coberta por fita preta

A instituição MyShelter se especializou em construção alternativa, criando casas sustentáveis feitas de material reciclado, como bambu, pneus e papel.

Para levar à frente um dos projetos do MyShelter, com casas feitas totalmente com material reciclado, Diaz disse ter recebido “quantidades enormes de garrafas”.

“Nós enchemos as garrafas com barro para criamos as paredes. Depois enchemos garrafas com água para fazermos as janelas”, conta.

“Quando estávamos pensando em mais coisas para o projeto, alguém disse: ‘Olha, alguém fez isso no Brasil. Alfredo Moser está colocando garrafas nos telhados’”, relembra Diaz.

Seguindo o método de Moser, a entidade MyShelter começou a fazer lâmpadas em junho de 2011. A entidade agora treina pessoas para fazer e instalar as garrafas e assim ganharem uma pequena renda.

Nas Filipinas, onde um quarto da população vive abaixo da linha da pobreza (de acordo com a ONU, com menos de US$ 1 por dia) e a eletricidade é muito cara, a ideia deu tão certo, que as lâmpadas de Moser foram instaladas em 140 mil casas.

As luzes ‘engarrafadas’ também chegaram a outros 15 países, dentre eles Índia, Bangladesh, Tanzânia, Argentina e Fiji.

Diaz disse que atualmente pode-se encontrar as lâmadas de Moser e comunidades vivendo em ilhas remotas. “Eles afirmam que eles viram isso (a lâmpada) na casa do vizinho e gostaram da idéia”.

Pessoas em áreas pobres também são capazes de produzir alimentos em pequenas hortas hidropônicas, utilizando a luz das garrafas para favorecer o crescimento das plantas.

Diaz estima que pelo menos um milhão de pessoas irão se beneficiar da ideia até o começo do próximo ano.

“Alfredo Moser mudou a vida de um enorme número de pessoas, acredito que para sempre”, enfatiza o representante do MyShelter.

“Ganhando ou não o prêmio Nobel, nós queremos que ele saiba que um grande número de pessoas admiram o que ele está fazendo”.

Mas será que Moser imagina que sua invenção ganharia tamanho impacto?

“Eu nunca imaginei isso, não”, diz Moser emocionado.

“Me dá um calafrio no estômago só de pensar nisso”.

http://youtu.be/d8SwfUXfhug How To Make a Liter of Light

  LITER OF NIGHT LIGHT with ENGLISH SUBTITLES

how to buil texto: Liter of Light has been going through several refinements to make sure that the solar bottle light is done properly. We are sending this video for people wanting to build.

You can also reach us at info@aliteroflight.org

Some important lessons we learned :
- Use always a sheet metal scissors for cutting round edges to make sure that the hole in the roof is as close to the diameter of the bottle as possible ( you will have to glue the underside!)
- Sand very well the bottle till the shiny part is removed. The glue will not stick on to the plastic
- The top portion where the bottle meets the plastic is where most leaks happen. You must use a tougher glue than just an elastomeric sealant. Use a SikaFlex 11FC glue or an epoxy sealant to make 100 percent sure this is sealed properly.
- Always use PET soda bottles ( 1 L, 1.5 L, 2 L ) to make sure that it does not easily break. DO NOT USE plastic water bottles.
- Use a guide in cutting the roof that assures that the bottle fits snugly though the roof. You will have to seal this from the underside so don’t freehand cutting the hole.
-Use a guide plastic bottle filled with cement to open up the cut metal sheet so you will not have to damage the empty plastic bottle.
- Seal the underside of the bottle cap once you placed distilled water and bleach to prevent leaks.
-Place a 1 1/4 inch pipe covering the top and around the plastic bottle cap as this is prone to cracking with the infrared rays of the sun.

Good luck and be safe installing a Liter of Light.

Help us light up more lives. Donate to A Liter of Light:
http://aliteroflight.org/donate/


Tatuagem de mulher

 

Salomão Laredo, amigo, escritor paraense, jornalista. Olhar aguçado e atento nas páginas do jornal (O LIberal de 27 fev 2013) pinçou este anúncio tão revelador para quem se detém a ler. Passaria despercebido. Mas Salomão recortou porque percebeu ali a história de pessoas que amaram e foram amadas, que sofreram, que morreram. Morreram sem que ninguém tenha sabido ou tido condições de resgatá-las. Estão ali nas gavetas, anunciadas por um pequeno anúncio que pretende formalizar a iminência de serem enterrados na vala comum, como indigentes.
Uma dessas pessoas, que agora é um “cadáver ignorado”, tem uma tatuagem com o nome de uma mulher – Any Karina – e uma águia. O outro tem o nome de uma mulher – Thamires – ladeado por dois corações e mais o rosto de uma mulher, um duende e um símbolo da paz (hippie).
Os 3 “cadáveres ignorados” tem de 30 a 50 anos e são do sexo masculino. Um pequeno anúncio e … E adeus de ninguém. E acabou a história.

tatuagem em cadaver

Segue o texto de Salomão Laredo:
“CADÁVERES NÃO RECLAMADOS
Para onde a dor, o amor, a flor, o choro, a vela, o velório, o rio de lágrimas, a essa, sem encomendação, sem missa de corpo presente, de sétimo dia, sem dia, sem acompanhamento? dilema sem poema que dilacera a alma na lama podre do abandono ? Viver, é isso ou esse sem essa é a resultante do não viver?
Salomão Larêdo, escritor e jornalista
É o título da chamada por edital do Instituto Médico Legal – veja e leia atentamente caro leitor porque foi publicado nos jornais e se você leitor deste nossos blog, não leu, pode ler ou reler em nosso blog e leia e releia com calma, analisando a situação para sentir o drama, perceber as narrativas descritivas de cada corpo inanimado e tatuado com nomes evocativos certamente de um ser que aquele corpo amou ou quis amar ou pretendia amar ou homenagear. Essa matéria sei em nosso blog, pois não sei se algum leitor atentou para este edital ou chamada como queira denominar. Chamo a atenção do leitor deste blog que, um ser humano, depois de um peregrinar difícil no mundo, no Brasil, na Amazônia, no Pará, em Belém ou no interior do Pará, a pessoa humana vira um código, um número, um indigente que não é é gente e indigente que será enterrado de maneira ignorada , talvez como tenha vivida E depois de cinco anos desse enterro dentro “ nos padrões de enterro” segundo a nota , haverá o desenterro para que os ossos sejam depositados na chamada vala comum para o esquecimento total e eterno. E como não há nenhum resquício de algum bem material ou intelectual , segue-se o esqueci mento total, eterno. Eta capitalismo da selva que não salva nem choro e nem vela e muito menos uma fita amarela, como diz a música, gravado o nome dele ou dela Descanso eterno dai-lhe Senhor!!!”


FASCISMO POTENCIAL

Sobre a nossa personalidade autoritária de cada dia

blog da Marcia Tiburi

homem_de_bicicleta

Theodor Adorno publicou em 1950 um estudo psicossociológico com a intenção de abordar o que surgia naquela época como um novo tipo subjetivo. Hoje nos acostumados a ele. A característica fundamental do que se chamou de “personalidade autoritária” era a combinação contraditória num mesmo indivíduo entre uma postura racional e idiossincrasias irracionais. Na visão de Adorno, a pessoa marcada por esta personalidade seria um tipo individualista e independente enquanto, ao mesmo tempo, teria uma propensão fortíssima a se submeter à autoridade.

Naquele estudo, o objetivo era entender o que se chamou de tipo discriminatório. Se desejava desvendar os motivos do avanço do ódio ao outro em escala social que teria levado ao nazismo alemão. Preocupava a mesma tendência nos EUA onde estava exilados. O que Adorno e seus colegas de pesquisa chamaram de “fascismo potencial” seria a característica de indivíduos que teriam se mimetizado às tendências antidemocráticas da sociedade. Nesta formulação, o mais problemático seria entender o caráter antidemocrático comum em indivíduos cultos porque se conceberia a priori que a educação levaria a uma compreensão não apenas racional, mas também “razoável” das condições sociais.

De onde viria a necessidade de submissão a um algoz, a um carrasco, a um líder paranóico, a uma tendência autoritária por parte de quem poderia entender estes mecanismos e, por isso mesmo, livrar-se deles?

Essa questão colocada durante os anos da Segunda Guerra Mundial e que explicou o contentamento de grande parte da população brasileira na época da Ditadura Militar, ainda é a nossa. Poderíamos explicar o ódio ao outro na forma do racismo, da homofobia, do machismo, do ódio ao “comunista”, sempre pelo argumento da ignorância. Mas não existe uma ligacão direta entre o conhecimento como mera posse de informações eruditas e o senso ético. Vemos intelectuais fascistas agindo em diversos países, mascarando pela pompa aristocrática do “conservadorismo” o que muitas vezes não passa de ódio ao outro.

Poderíamos usar o estudo de Adorno para medir o nosso potencial fascista, ou seja, nossa chance de submetermo-nos à força de uma tendência política ou moral preponderante apenas porque surge com mais força do que outras. Para entender por que tantos defendem aquilo que os oprime enquanto ao mesmo tempo são opressores. Para entender a vítima que elogia o sistema, que odeia quem, parecendo mais vítima do que ela, denuncia a inverdade na qual ele se sutenta.

 Ódio barato

Há um ódio barato vigente em nossa cultura. Ele é programado em direção aos pobres, aos tachados de loucos, às prostitutas, aos travestis, aos grupos de adolescentes que se vestem de modo inusitado ou pertencem a uma tribo que não a das roupas de marcas sempre aceitas e dos comportamentos estandartizados. Digo “ódio barato” porque é fácil de sentir e dirige-se a quem é marcado como descartável pelo sistema econômico, social e político. Ele se refere à todos aqueles que não se encaixam também no econômico sistema mental de explicações pré-estabelecidas ao qual o fascista serve. Daí que ele se realize com explicações econômicas e defenda-se com um lema também barato, um primor das falsas verdades do senso comum: as coisas são como são e não podem ser diferentes.

Por meio de um último exemplo relativo às ruas das grandes cidades, não será difícil entender como pessoas “de bem”, corretas pagadoras de impostos e obedientes às leis possam ser portadoras desse ódio barato. Ele aparece no mau-humor geral contra motociclistas que trabalham entregando documentos e pizzas nas cidades grandes. Quem critica este tipo de trabalhador montado em seu instrumento de trabalho em geral se serve dele. Não é diferente o ódio crescente aos ciclistas por parte de uma população de “bons cidadãos” que olham o mundo no limite das carcaças de seus carros. Ao ocuparem a rua com outra alternativa do que a prescrita pela Indústria da Cultura Automobilística, os motociclistas e ciclistas denunciam – no lugar de vítimas – a burrice própria do sistema. O fascista, quem só conhece a si mesmo enquanto se confunde com o sistema, sente-se ferido narcisicamente pela necessidade ou pela imaginação dos outros. O modo do outro sobreviver sofrendo ou gozando, provoca raiva. A imaginação dos outros que permite transitar na cidade denuncia a falsidade dos sistema de transporte. Neste ponto, o fascista, descobrindo-se subjetivamente morto em sua mimetização ao sempre-igual, avança em seu ódio e pode nos atropelar.

PUBLICADO NA REVISTA CULT DE ABRIL DE 2012

FASCISMO POTENCIAL.


Concurso de Roteiros Rucker Vieira

10ª Edição do Concurso de Roteiros Rucker Vieira, com a temática "Africantos: Histórias e Memórias do Povo Afro-Brasileiro". Dois prêmios de 80 mil reais brutos, cada. Inscrições até 30 de maio de 2014.

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Jorge Gregory

Jornalista, consultor em gestão de educação superior, ex-professor universitário, ex coordenador geral de supervisão da educação superior do Ministério da Educação

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